As consequências de ignorar a nova pauta dos riscos psicossociais
Uma empresa que chega despreparada a uma mesa de negociação coletiva e se depara com essas novas exigências enfrenta um cenário de alto risco.
Passivo trabalhista potencializado
A assinatura de um acordo coletivo com cláusulas sobre riscos psicossociais cria novas obrigações. O descumprimento pode gerar multas e, pior, servir como prova robusta em ações individuais que pleiteiam indenizações por danos morais ou doenças ocupacionais.
Impasse na negociação e desgaste
Recusar-se a discutir o tema pode levar a negociações longas, desgastantes e até mesmo a greves. A empresa pode ser vista como insensível, prejudicando a relação com o sindicato e com seus próprios colaboradores.
Danos à marca empregadora
Em um mercado competitivo, a notícia de que uma empresa se recusa a negociar a saúde mental de seus funcionários se espalha. Isso afasta talentos, aumenta a rotatividade e mancha a reputação da empresa como um bom lugar para se trabalhar.
Custos imprevistos e ineficientes
Pressionada na mesa de negociação, a empresa pode acabar aceitando termos desvantajosos ou mal planejados, como a contratação de um serviço de apoio caro e pouco eficaz, apenas para "resolver" o impasse, sem uma estratégia real por trás.





