Dados espalhados pela operação
Informações pessoais circulam por sistemas, planilhas, departamentos e fornecedores sem uma visão consolidada de seu ciclo de vida.

Dados atravessam pessoas, contratos, sistemas, fornecedores e decisões empresariais. Uma estratégia de privacidade precisa acompanhar todo esse ecossistema — e evoluir junto com ele.
A proteção de dados deixou de ser apenas uma questão documental. Ela acompanha processos, sistemas, pessoas, fornecedores e novas tecnologias.
Informações pessoais circulam por sistemas, planilhas, departamentos e fornecedores sem uma visão consolidada de seu ciclo de vida.
Terceiros, plataformas e parceiros podem acessar informações pessoais e precisam estar inseridos na arquitetura de privacidade da empresa.
Clientes, colaboradores e outros titulares podem exercer direitos e exigir processos internos capazes de responder com segurança e rastreabilidade.
Um incidente de segurança exige reação coordenada entre tecnologia, jurídico, liderança e comunicação.
Cloud, fornecedores globais e operações internacionais podem envolver transferências de dados que exigem avaliação jurídica específica.
Novas tecnologias ampliam a capacidade de utilizar dados e também exigem análise sobre finalidade, transparência, segurança e governança.
Antes de produzir documentos, buscamos compreender quais dados existem, de onde vêm, por que são utilizados, quem possui acesso, com quem são compartilhados e quando deixam de ser necessários.
A partir dessa visão, privacidade deixa de ser uma obrigação isolada e passa a integrar processos, tecnologia, contratos e governança empresarial.
Governança de privacidade acompanha a informação durante toda a sua jornada dentro da organização.
Origem, finalidade e necessidade.
Acessos, sistemas e atividades.
Parceiros, fornecedores e integrações.
Segurança, prazo e acesso.
Retenção justificada e descarte.
Da compreensão dos fluxos ao gerenciamento de incidentes, conectamos Direito, processos, pessoas e tecnologia.
Mapeamento das operações de tratamento para compreender coleta, uso, compartilhamento, armazenamento, bases, finalidades e pontos de risco.
Mapear minha operaçãoEstruturação de políticas, responsabilidades, controles, procedimentos, plano de ação e mecanismos de acompanhamento da conformidade.
Estruturar governançaRevisão de contratos, cláusulas de proteção de dados, responsabilidades e fluxos envolvendo fornecedores, parceiros e outros agentes.
Revisar contratos LGPDApoio na estrutura de governança, atuação do encarregado, organização dos canais e procedimentos para atendimento de demandas relacionadas a dados pessoais.
Conversar sobre DPOApoio jurídico na preparação e resposta a incidentes, avaliação de impactos, documentação das medidas adotadas e análise das obrigações aplicáveis.
Falar sobre incidenteProgramas de conscientização e treinamentos adaptados às diferentes áreas para transformar regras de proteção de dados em comportamentos cotidianos.
Conhecer treinamentosNão sabe em qual estágio de maturidade sua empresa está?
Avaliar a situação da empresa →Uma resposta eficiente precisa integrar aspectos técnicos, jurídicos, regulatórios e de comunicação, preservando informações que permitam compreender o ocorrido e avaliar as providências necessárias.
Preciso falar sobre um incidenteIdentificar o evento e preservar informações relevantes.
Compreender dados, titulares, contexto e potenciais impactos.
Coordenar medidas para limitar efeitos e reduzir exposição.
Avaliar os deveres de informação aplicáveis ao caso concreto.
Incorporar aprendizados à governança e prevenção futura.
Privacidade é um processo contínuo de compreensão, implementação, treinamento e evolução.
Compreensão dos processos, dados e riscos existentes.
Organização dos pontos identificados conforme relevância e contexto.
Políticas, contratos, processos e estruturas de governança.
Comunicação e treinamento das pessoas envolvidas.
Revisão periódica diante de novos processos, tecnologias e riscos.
Novos processos, produtos, tecnologias e contratos podem incorporar proteção de dados desde sua concepção, reduzindo correções posteriores.
Papéis, políticas e responsabilidades claramente definidos.
Medidas proporcionais aos riscos e ao contexto do tratamento.
Evidências e processos capazes de demonstrar governança.
Privacidade integrada a fornecedores, parceiros e tecnologia.
Acompanhe análises sobre LGPD, inteligência artificial, segurança da informação, contratos, governança e transformação digital.
Explorar nossos Insights →Algumas dúvidas comuns de empresas que estão estruturando ou evoluindo sua governança de proteção de dados.
É o mapeamento das operações envolvendo dados pessoais, permitindo compreender quais informações são utilizadas, suas finalidades, origens, compartilhamentos, formas de armazenamento e demais características relevantes.
Não. Processos, fornecedores, sistemas, equipes e tecnologias mudam ao longo do tempo. Por isso, a governança de privacidade deve ser acompanhada e revisada periodicamente.
A situação deve ser analisada rapidamente para compreender o evento, os dados e titulares envolvidos, os possíveis impactos, as medidas de contenção e os deveres regulatórios eventualmente aplicáveis.
Quando a relação envolve tratamento de dados pessoais, é importante analisar as responsabilidades das partes, as características do tratamento e as cláusulas necessárias para aquela relação específica.
A estrutura aplicável deve ser analisada conforme o enquadramento da organização e a regulamentação vigente. Independentemente do modelo adotado, é importante definir responsabilidades e canais adequados de privacidade.
Sim, quando a utilização da tecnologia envolve tratamento de dados pessoais. O contexto, finalidade, dados utilizados, transparência, segurança e demais aspectos da operação precisam ser avaliados individualmente.
Vamos entender como os dados circulam na sua empresa e construir uma estratégia de privacidade compatível com sua operação, seus riscos e seus objetivos.