As consequências de ignorar a nova pauta dos riscos psicossociais
Uma empresa que chega despreparada a uma mesa de negociação coletiva e se depara com essas novas exigências enfrenta um cenário de vulnerabilidade jurídica imediata.
Passivo trabalhista potencializado
A assinatura de acordos coletivos com cláusulas de riscos psicossociais cria obrigações automáticas. O descumprimento gera multas pesadas e serve de prova para indenizações por doenças ocupacionais.
Impasse na negociação e desgaste
Recusar a discussão sobre saúde mental trava negociações e motiva greves. A empresa passa a ser vista como insensível, destruindo a relação de confiança com o sindicato e os colaboradores.
Danos à marca empregadora
Em 2026, a reputação corporativa está ligada ao bem-estar. A notícia de descaso com a mente dos funcionários afasta talentos e dispara as taxas de rotatividade (turnover).
Custos imprevistos e ineficientes
Sem uma estratégia real de conformidade, a pressão faz a empresa aceitar contratos de apoio psicológico caros e genéricos que não resolvem a raiz do problema no GRO.







